5/07/2012

brok nature

Nao preciso de estar ciente para sentir suavemente A moldura do teu corpo espalhada na minha mente Pois agora a saudade contém todas as imagens Que para o olho que as obtém nao passam de miragens Mas que sao gravadas, presas e também emolduradas Na sala da minha cabeça e no quarto onde suspiravas No ar onde tu sorrias e comigo implicavas Na cama onde dormias e onde a meu lado tu sonhavas. Sao memorias, que nao voltam e que nunca irão Sao versos de um poema que eu escrevi sem visão E cegamente vendo e descrevendo o meu futuro Nao necessito dessa luz para brilhar nem no escuro.

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