Nao preciso de estar ciente para sentir suavemente
A moldura do teu corpo espalhada na minha mente
Pois agora a saudade contém todas as imagens
Que para o olho que as obtém nao passam de miragens
Mas que sao gravadas, presas e também emolduradas
Na sala da minha cabeça e no quarto onde suspiravas
No ar onde tu sorrias e comigo implicavas
Na cama onde dormias e onde a meu lado tu sonhavas.
Sao memorias, que nao voltam e que nunca irão
Sao versos de um poema que eu escrevi sem visão
E cegamente vendo e descrevendo o meu futuro
Nao necessito dessa luz para brilhar nem no escuro.
falaste :)
ResponderEliminar