5/12/2012

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Erros, decisões e estradas tomadas que outrora abandonadas desapareceram do nosso mapa. Caminhava por estradas livres e apenas com um sentido. Que nem um vagabundo desbundava e sem nunca olhar para trás Estas levavam-me para onde nao sei É me relembrado que o que vai vem... Moralidades que nao mereçem respeito. É um completo arrastão de lembranças, histórias e culpas. Arrependimentos nao digo pois o tempo nao pára. Saudades? Juventude? Infância? Nada, mas nada tem tal poder para as destruir. Passaram, como as horas passam e nao se explicam. Como o tempo muda e nao se nota. Nao valerá nunca chorar pelo que nada chora Lutar pelo que nada luta Nem amar o que nada ama. Como tudo cresce... Hoje, sei que passado é passado.

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