Já provei daquele tão desgostoso,
Que só da cobra sairá pensava,
Aquela toda expansão á primeira vista
Estudada e praticada em metade da hora.
E suavemente espalhando-se faz doer o coração
chegando até ao ponto de levar ao desespero
Ou até não para o orgulhoso de si
Para quem toma o 'eu' como o mais relevante.
Para quem extrai todo aquele veneno
Que se apodera de nós nos momentos de fraqueza
Para quem o põe para trás das costas.
Para quem foge do fantasma que até lá
Nos persegue até ser arrancado á força
Depois disso, desejei nunca mais prová-lo.
Nunca mais dar um passo sem olhar o piso.
E agora?
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